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O básico da solda de geomembrana: como a cunha quente funde a manta

Por Eng. Eduardo Paulo Pancini·2 de agosto de 2026·Leitura de 3 min
Painéis de geomembrana PEAD soldados em obra de impermeabilização

A soldadora de cunha quente derrete as duas pontas das bobinas de geomembrana e as prensa uma contra a outra. O resultado vira uma peça só — não uma colagem. Três coisas decidem se a solda fica boa: quão quente está a cunha, quão rápido a máquina anda e quanta força prensa as pontas.

Geomembrana mais fina anda mais rápido, com temperatura um pouco mais baixa. Geomembrana mais grossa pede mais pressão e menos velocidade. Dia frio, vento ou umidade? Só um técnico experiente estará habilitado a prever estas variâncias. Não se aprende isto em cursos de dois dias, em uma sala de aula refrigerada.

O que estraga a solda: superfície suja ou molhada, temperatura errada para a espessura, pressão fraca, ou andar rápido demais no frio. Por isso nunca se solda sem uma solda de teste antes, seguindo a NBR 16199.

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Conteúdo técnico revisado por Eng. Eduardo Pancini — CREA · Poli-USP.
31 anos em impermeabilização com geomembrana PEAD · SEAGRO Soluções Ambientais.

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